segunda-feira, 15 de março de 2010

Teorias da conspiração

Mas formar uma opinião que vai contra todas as probabilidades e acreditar no disparate é, na melhor das hipóteses, uma divertida perda de tempo.


David Aaronovitch, entrevista à Revista Visão, nº888

1 comentário:

Eduardo F. disse...

Tendemos a pensar em probabilidades no sentido académico, matemático do termo...

Mas nem as coisas que são provocadas podem pertencer ao domínio do acidental nem os verdadeiros motivos que as originam.

Só porque uma coisa é pouco provável quer dizer que não merecerá ser analisada?

Não tenho nenhum gozo em acreditar em teorias de conspiração.
Aliás, o que é que nos move a acreditarmos nessas teorias? Será apenas (e teremos mais alguma coisa a que nos agarrar) a argumentação, os factos, o seu encadeamento e apresentação?