quarta-feira, 30 de junho de 2010

Roger Scruton, Breve História da Filosofia Moderna

1.º VOLUME DA COLECÇÃO «SABER & EDUCAÇÃO»
CHEGA ESTA SEMANA ÀS LIVRARIAS

A G&P lança esta semana a Breve História da Filosofia Moderna, de Roger Scruton, 1.º volume da «Saber & Educação». Esta colecção de livros de bolso (11x19) é direccionada para as escolas e universidades, abrange várias áreas do saber, e pretende ser também acessível ao grande público. Ainda em 2010, a colecção integrará: Animal Racional ou Bípede Implume, de António Zilhão (Setembro), História de Portugal e do Império Português, de A. R. Disney / Cambridge (Outubro), e Guia de Filosofia para Pessoas Inteligentes, de Roger Scruton (Novembro). A «Saber & Educação» reúne autores portugueses e estrangeiros e, a partir de 2011, passará a contar com 6 títulos por ano.
Breve História da Filosofia Moderna é um levantamento lúcido e actualizado dos filósofos e filosofias, desde René Descartes, o fundador da filosofia moderna, a Ludwig Wittgenstein. Roger Scruton tem sido amplamente elogiado pelo seu convincente tratamento da tradição filosófica. O autor reage ao renovado interesse pela história da filosofia, trabalhando o livro de forma a ter em conta os debates e estudos especializados mais recentes.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Antony Flew

Título: Deus Existe
Autor: Antony Flew
Tradução: Carlos Marques
Edição: ALETHEIA Junho de 2010


O livro Deus Existe de Antony Flew (19232010) é um registo fascinante de como o ateu mais reputado foi levado à convicção de que Deus existe. A narrativa é um testemunho eloquente da abertura de espírito, justeza e integridade intelectuais de Flew.

«Tendo sido um reputado ateu com base na razão, (Flew) agora defende que, precisamente com base na razão, foi levado a concluir que Deus existe.»
João Carlos Espada, jornal i

«O seu ateísmo tornarase lendário – Theology and Falsification, de 1955, foi, segundo alguns, o artigo filosófico mais lido da segunda parte do século XX. Por isso, a sua conversão, em 2004, foi tão polémica. O livro que a explica (Deus Existe), foibestsell er e semeou um debate filosófico intenso. Flew, que tinha sido mais sensível aos argumentos científicos do que aos metafísicos, baseou a sua mudança nas descobertas recentes da cosmologia e da física.»
Nuno Crato, Expresso

«Filósofo britânico pertencente às escolas de pensamento analíticas e evidencialistas, evoluiude ateísta para deísta: existe um Deus que criou o universo, mas que não intervém nele.»
José Cutileiro, Expresso

sábado, 19 de junho de 2010

Maria do Carmo Vieira, O Ensino do Português

Temos de admitir que nós, professores, nos desleixamos, com alguma ingenuidade, quando reagimos apenas pontualmente às mudanças que se anunciaram ao longo da década de 80 e se prolongaram, com maior insistência, nos anos posteriores, não perseverando nessa reacção crítica. No fundo não acreditávamos ser possível que o Absurdo se pudesse introduzir e impor, sob a capa de democracia e de progresso, em programas, manuais, encontros, debates e acções de formação, negando-nos a liberdade  e a capacidade de intervir e alcunhando-nos publicamente de «resistentes à mudança», como se mudança fosse em si um valor positivo, e não se pudesse mudar para pior, o que de facto veio a verificar-se.
Mais informações sobre este livro AQUI.

terça-feira, 15 de junho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

Coisas dispensáveis


Uma das coisas absolutamente dispensáveis para pensar filosoficamente é objectar dizendo simplesmente: “Ah, isso tem implicações ontológicas mais profundas” sem dizer claramente quais. Esta atitude é verborreia disfarçada de filosofia. Curiosamente este argumento raramente vem de quem supostamente não tem obrigação de saber estas coisas, mas precisamente de pessoas que estudam filosofia em licenciaturas e doutoramentos. Como se é doutor coisa e tal e até se é influente nas revistas da universidade silencia-se o outro alegando simplesmente que as implicações ontológicas da missa ao Domingo de manhã  são muito mais profundas que as de jogar playstation ao Sábado à tarde. O que esta atitude revela destas pessoas é que elas estão interessadas em propagandear ideologia e usam o conhecimento como uma arma de arremesso. Uma parvoíce poucas vezes desmascarada, mas muitas vezes usada.

sábado, 5 de junho de 2010

Robert Park

As pessoas esforçam-se tanto para se enganar a si mesmas como para enganar os outros – o que torna muito difícil dizer onde se situa a fronteira entre a tolice e a fraude.