quarta-feira, 8 de julho de 2020

domingo, 28 de junho de 2020

Filosofia da Morte e Existência de Deus, duas novidades editoriais

Este livro é uma introdução a alguns argumentos acerca do problema da existência de Deus. Interessa a professores do ensino secundário, mas também para quem gosta de saber pensar sobre este relevante problema e ultrapassar o limite básico da opinião. Serviu de base à apresentação que fiz no Telensino (2020) já que segue as Aprendizagens Essenciais. Os outros livros desta coleção são igualmente recomendáveis. Pode ser adquirido aqui

 

 

Creio que este livro é praticamente o único existente em português e escrito por um português, Pedro Galvão, sobre as abordagens contemporâneas da filosofia da morte. Está escrito em diálogo que é uma das maneiras clássicas de se fazer filosofia e muito apreciada não somente por filósofos, mas pelo público não especializado. Para além disso, na minha opinião, Pedro Galvão é provavelmente a pessoa que melhor escreve filosofia atualmente em Portugal e com alguma visibilidade com trabalho já de algum alcance. Já agora, Galvão publicou também recentemente um livro de literatura fantástica que pode ser visto Aqui. É interessante apreciar como é que alguém que conhecemos pela escrita de filosofia e que, como referi, escreve muito bem sobre assuntos complexos, se sai na literatura. 

A coleção da Gradiva, Filosofia Aberta, dirigida pelo professor Aires Almeida tem outros títulos que ainda aqui não destaquei, mas muito bons, como o recente livro de John Searle que até foi publicado primeiro com a tradução portuguesa do que no original em inglês. O livro é muito bom e é uma espécie de best of de Searle.  Ver aqui.



sábado, 27 de junho de 2020

Problemas com a publicidade

Neste momento o blogue está apresentar publicidade, mesmo que eu tenha bloqueado essa função. Ainda não descobri o que está a acontecer e peço desculpa por tal. 

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Filosofia da Arte - Aula 4 - 11º Ano

A blogger resolver trocar as voltas ao layout e entretanto o carregamento de videos está com problemas, mas o vídeo da aula está alojado AQUI NESTE LINK



sexta-feira, 24 de abril de 2020

Filosofia da Arte Aula 2 11º -Telensino

Mias uma aula de telesnino, Projeto do Governo Regional da Madeira e da Secretaria Regional da Educação em parceria com a RTP M

Errata: é Jerrold Levinson e não "Levingson" como aparece no vídeo. 

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Videos de filosofia com a Help2Learn

Com grande gosto anuncio a minha parceria com a Help2Learn para a criação de conteúdos de estudo em vídeo. O vídeo tem uma pequena gralha apenas no nome de Levinson que ficou com uma letra a mais. Espero que gostem e visitem o canal da Help2Learn. Podem visitar a Help2Learn AQUI. 

Errata: mais ou menos ao minuto 3:50, a explicação da negação está correta, mas as proposições quando escritas aparecem ao contrário. No lugar onde está "arte" deveria estar representação. deveria estar "X é representação e não é arte" ou, o que é o mesmo, "...mas não é....". Agradeço ao leitor atento que reparou nesta gralha. É assim que se trabalha!

terça-feira, 21 de abril de 2020

Filosofia da arte Aula 1 (Introdução) 11º - Telensino

Fica aqui a primeira aula do 11º sobre filosofia da arte. Telensino, um projeto da Secretaria Regional da Educação, do Governo Regional da Madeira. Um total de 18 aulas para telensino.

sábado, 18 de abril de 2020

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Exame Nacional Explicações

Alguns alunos têm procurado ajuda externa para preparação do Exame Nacional de filosofia. O Centro Ginásios DaVinci está a fazer essa oferta em filosofia. Os contactos podem ser vistos AQUI




sábado, 11 de abril de 2020

Exame Nacional de filosofia 2020

Acabei de incluir na secção Exames, este pequena nota que serve como guia para o Exame Nacional 2020, comas informações tidas até hoje, dia 11 de Abril de 2020. 


Exame Nacional de filosofia 2020

Como já informais no blogue, o exame deste ano de filosofia segue os conteúdos das Aprendizagens Essenciais. Este pequeno guia orienta quem vai fazer o exame para as principais mudanças.

10º Ano
- Lógica proposicional passou a ser obrigatória e, portanto, a lógica aristotélica já não constará no exame e passou a fazer parte do programa de 10º ano. A unidade da lógica engloba lógica formal e informal. A lista de falácias informais é ligeiramente diferente da que existia até então. Tenho AQUI um documento que auxilia ao estudo de tudo o que é necessário dominar referente à lógica proposicional (formal). Para estudar a lógica informal e também a proposicional ESTE documento tem o essencial e está muito bem feito. 
- Toda a matéria referente à filosofia da ação, diferença entre ação e acontecimento e tipos de ação, já não são objeto de avaliação. Segue-se da lógica na primeira unidade para o problema do livre arbítrio. 
- Ainda no 10º ano, na unidade de filosofia política, as objeções de Robert Nozick (principalmente ao princípio da diferença de Rawls) e as críticas do comunitarismo de Micael Sandel passaram a ser objeto de avaliação. É apenas uma pequena parte da matéria, mas obrigatória.

11º Ano
- São 4 as unidades referentes a este ano: filosofia do conhecimento, filosofia da ciência, filosofia da arte e filosofia da religião. Estas duas últimas transitaram para o 11º ano.
- Na unidade da filosofia da arte, além das 3 teorias essencialistas (representação , expressivista e forma significante) são agora matéria de avaliação duas teorias não essencialistas, a institucional e a histórica.
- Na filosofia da religião chamaria a atenção para o fideísmo de Pascal que passou a ser obrigatório e a análise ao argumento do mal de Leibniz. 

As aprendizagens Essenciais com todos os conteúdos devem ser vistas aqui: Décimo ano e décimo primeiro.
As informações Exame 2020 estão disponíveis AQUI. Estas indicações este ano em resumo indicam que será objeto de avaliação em exame nacional todas as matérias das Aprendizagens Essenciais. Obviamente tal não dispensa a responsabilidade de cada um da consulta do documento. 

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Ensino a distância, as minhas dicas

Aqui fica o registo de umas dicas que deixei em registo jornalístico. AQUI ou clicar na imagem.


terça-feira, 7 de abril de 2020

Help2Learn

Acabei de colocar na secção vídeos alguns vídeos interessantes, muito bem produzidos, pela Help2Learn, uma das minhas descobertas recentes e que me despertou bastante curiosidade pela qualidade do seu trabalho. Fica aqui uma pequena demonstração do trabalho que está a ser feito pela Help2Learn.




quinta-feira, 19 de março de 2020

Fazer escolhas em tempo de terra parada

No jornal Expresso foi publicado este interessante artigo em especial para os alunos do 10º ano, para as matérias que andamos a estudar de filosofia moral. Recomendo a sua leitura.
Kant, Stuart Mill, ou Aristóteles. Uma corrente deontológica, utilitarista, ou de virtude? Qual seguir? Agir bem em relação a si próprio e aos outros, além de contribuir para conter a pandemia, fará de si um cidadão do mundo em paz consigo próprio 
Vou mesmo ficar em casa todo o dia? Vou comprar mais comida ao supermercado? Vou publicar a minha opinião nas redes sociais? Vou bater palmas à janela às 22.00? Vou confiar nas decisões das autoridades? Nesta altura de pandemia em que somos chamados a tomar decisões individuais com impacte importante na sociedade, como vamos conseguir lidar com a complexidade, a incerteza e a necessidade de acção colectiva? Não é fácil, a nível individual, compreender como agir. Será que a ética nos pode ajudar a decidir “o que devo fazer?”. 
A ética normativa é uma disciplina filosófica que nos ajuda a fundamentar e argumentar de forma coerente as nossas decisões e acções. É isso que precisamos agora, de pensar de forma estruturada em como agir. Fazemos muitas coisas em “piloto automático”, julgamos muito os outros e achamos muitas coisas sem o necessário conhecimento. A pandemia - uma epidemia que ocorre em todo mundo, ao mesmo tempo – exige mais de nós. Exige exercícios de reflexão, de introspeção, de chamarmos à coação os nossos valores éticos. Exige responsabilidade e exige que sejamos construtivos. 
Há diferentes correntes éticas, a deontológica inspirada em Kant, a utilitarista inspirada em John Stuart Mill e a ética das virtudes inspirada em Aristóteles que assentam em diferentes estruturas de pensamento: 
A deontologia é a teoria do dever e da universalidade. Para decidir o que fazer pergunte “e se todos fizessem isto, estaria certo?” se a resposta for não, então Kant diz-lhe que o seu dever é não o fazer. “Se todos comprarem mais comida do que precisam, isso é bom?” A sua resposta dá-lhe a pista sobre se deve, ou não, fazê-lo. 
A teoria utilitarista diz que devemos agir de forma a maximizar as boas consequências e minimizar as más. Não é universal como a anterior, foca-se mais no contexto e nas consequências. “O que acontece se eu não seguir as instruções sobre a quarentena?” Se a consequência da sua resposta for uma maior probabilidade de apanhar o vírus ou contagiar alguém, Mill dir-lhe-ia que é errado. 
A ética das virtudes assenta mais na pessoa e menos na acção, dando ênfase ao carácter individual onde tão importante como a pergunta, “o que devo eu fazer?” é a pergunta de “como quero eu ser?”. Aristóteles perguntar-lhe-ia “Que tipo de pessoa é que quer ser neste contexto de pandemia?” e é a sua resposta que o ajudará a decidir o que fazer. 
Nem sempre há respostas absolutamente certas ou erradas, mas ao menos serão dadas de forma mais consciente e informada. Por isso, confie num destes filósofos, e questione ou o universalismo dos seus actos ou nas suas consequências ou em pensar que tipo de pessoa quer ser. Ou então em todos, apesar das respostas poderem não coincidir, o pluralismo ético faz parte da vida real. O essencial é conseguir fundamentar e argumentar de forma coerente o que decidir principalmente quando estamos, como agora, em contextos novos, complexos, difíceis e dilemáticos. 
Em tempos de crise podemos ainda recorrer à inspiração de grandes políticos: se nesta fase só se promete sangue, suor e lágrimas (Churchill), então não espere só o que podem fazer por si, centre-se no que pode você fazer (Kennedy) para ultrapassarmos todos, da melhor forma, esta pandemia. Mesmo se aquilo que tiver que fazer, seja não fazer nada e ficar de quarentena em casa. 
A boa notícia é que a ética tem intrinsecamente uma componente de harmonia ou felicidade e por isso agir bem em relação a si próprio e aos outros, além de contribuir para conter a pandemia, fará de si um cidadão do mundo em paz consigo próprio. Fica a ganhar duplamente. 
*Sofia Guedes Vaz, Investigadora no IFILNOVA e Presidente da Sociedade de Ética Ambiental

Link: https://expresso.pt/opiniao/2020-03-17-Etica-em-clima-de-pandemia 

terça-feira, 17 de março de 2020

Exames nacionais na Escola Jaime Moniz

Descarregar o boletim de inscrição AQUI.
Depois enviar devidamente preenchido e digitalizado para um dos endereços disponíveis para esse efeito, tal como refere a nota no site da escola (AQUI).  

1.    Descarregar o boletim de inscrição, preencher e enviar para o correio eletrónico cristinaexames@jaimemoniz.com ou fatimaexames@jaimemoniz.com



sábado, 14 de março de 2020

Estudar em casa para evitar o Covid 19


Olá alunos
Como tenho todos os vossos emails, as classificações dos vossos testes serão enviadas por esse meio em breve, talvez mais para o final da próxima semana. Os alunos do 10º ano devem começar a ler os materiais que enviei sobre Filosofia Moral. Os do 11º ano podem estar mais tranquilos, mas os que vão fazer exame devem estudar com os materiais que já vos forneci e com as indicações dadas. Com efeito vou enviar durante a semana materiais completos para a filosofia da religião, a unidade que estudaremos no terceiro período.
Este mesmo blogue que já conhecem tem secções com as matérias organizadas que podem ser um recurso para o vosso estudo. 
Qualquer dúvida ou outra questão estamos sempre, como sempre, em contacto. E protejam-se. 


segunda-feira, 9 de março de 2020

Uma pequena sugestão para uma teoria não essencialista da arte

Com as aprendizagens essenciais, as teorias da arte não essencialistas passaram a ser de lecionação obrigatória no 11º ano. Ora, se ensinamos teorias essencialistas seria redutor não abordar teorias não essencialistas. E de algum modo esta sistematização teórica beneficia alunos e o ensino da filosofia, pois lava a cara à disciplina, retira-a das imagens por vezes confusas e bolorentas com que é ensinada, além de remeter para os grandes debates filosóficos de todos os tempos sem parar num qualquer século passado. Outra questão é saber se este é o modo mais adequado de ensinar filosofia ou se é estritamente necessário que se ensine com esta sistematização no secundário. Por exemplo, na universidade nunca ouvi falar de tais coisas na disciplina de estética e o debate passou ao lado. Em seu favor andei a ler textos de autores obscuros e que nem sequer entram no debate. Isto por si só, pensando que aconteceu à esmagadora maioria das pessoas que estudaram filosofia na universidade e que são hoje em dia professores do secundário, é causador dos maiores equívocos e “ignorância” em relação ao que de interessante e profícuo tem o debate nesta questão (nas outras não foi muito diferente o curso).
Alguns elementos da teoria institucional já apareciam ocasionalmente em manuais e eram ensinados por alguns professores. Eu próprio já fazia esta distinção entre teorias essencialistas e não essencialistas e cheguei até a usar textos de Goodman para explorar um pouco mais alguns aspetos de teorias não essencialistas. Claro que com as dificuldades inerentes a um professor do secundário que tem de se tornar um semi especialista nas grandes áreas da filosofia, o que não é de si tarefa fácil ou simples. 
Ainda há pouco material sobre as teorias não essencialistas (já que para as essencialistas há algum uma vez que já se ensinavam essas teorias) e o que tem aparecido são repetições de algum trabalho que estava já feito e nem sempre didaticamente cuidadoso (dar esses materiais a alunos não os conduz à compreensão das teorias). Por isso, nós, professores, temos de traçar itinerários que ajudem os alunos a compreender os aspetos centrais das teorias e a sua pertinência. E não, nem sempre aquele truque de relacionar com o quotidiano dos alunos funciona (eu diria mesmo que quase nunca funciona, mas isso é outra conversa). 
A teoria histórico-institucional compreende-se bem se articulada com uma das insuficiências da teoria institucional na versão simplificada de Dickie, que é aquela que nos é exigida no secundário. E segundo essa se um objeto pertencer ao mundo da arte, então pode ser que seja um objeto de arte. Isto parece não explicar de todo como funciona o mundo da arte. Senão numa aula apontaríamos para a nossa garrafa de água e poderíamos dizer que uma vez pertencendo ao mundo da arte, seria uma obra de arte. Eventualmente sim, se essa garrafa for sujeita a todo um escrutínio pelas pessoas e instituições da arte. A ideia de Levingson é afinar alguns aspetos da teoria e por isso remete para o conceito de propriedade. Isto é, não basta que um objeto passe a pertencer ao mundo da arte para ser considerado arte. É preciso que o criador possua direitos de propriedade sobre esse objeto. Bem, como não possuo direitos de propriedade sobre muitos objetos, não basta assim que os inclua de algum modo no mundo da arte, para que passem a ser objetos de arte. É preciso, segundo Levingson, que tenha algum direito de propriedade sobre o objeto que se quer ver como objeto de arte. Isto para além da necessidade de ver esse objeto no curso histórico da arte, com uma intenção clara de que ele seja visto como objeto de arte. No âmbito de uma teoria não essencialista estes aspetos não são de facto de deitar fora se queremos saber o que pertence e não pertence ao complexo mundo da arte. Esta fotografia mais abaixo foi um registo feito pelo inglês Richard Long. O que ele fez foi caminhar de um lado para o outro até que a relva ficasse com aquela aspeto amachucado. No final registou em foto. Uma vez que Long não tem direitos de propriedade sobre a relva e o terreno que pisou, será que ele produziu uma obra de arte? Parece que ele teve pelo menos alguma intenção que o seu feito fosse visto como arte ao registá-lo no final de o conceber. Em que ficamos? 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Eutanásia, tipos

Por manifesta falta de tempo não tenho participado nos debates em redes sociais ou outros meios sobre o problema moral da eutanásia. Antes de tudo o problema da eutanásia não é político, nem legal, mas moral. Exatamente por ser um problema difícil é que não sabemos que legislação aplicar a um problema tão complexo. E como problema moral que é, deem lá as voltas que quiserem mas é, antes de tudo, um problema filosófico. Claro que isso não impede as pessoas de terem opiniões sobre o problema. Afinal de contas os problemas da filosofia são problemas fundamentais da existência e é natural que as pessoas tenham mais opiniões sobre problemas filosóficos do que sobre buracos negros, conexões neuronais ou teoremas matemáticos. Daí não se segue que não exista um debate na especialidade. Ele existe. E não é feito nem por políticos, nem opinion makers, nem grupos de direitos disto e deveres daquilo. É feito a alto nível, academicamente e por filósofos. Ora, se é certo que não os conseguimos acompanhar de todo (nem eu que tenho formação intermédia em filosofia), também é igualmente certo que é errado promover um debate no qual a especialidade é completamente posta de lado, que é o que me parece estar a acontecer em Portugal, como de resto já aconteceu com o problema moral do aborto no passado. Assim o debate fica morto logo à partida porque os protagonistas do mesmo não têm a verdade por horizonte, mas correspondem a grupos de interesse particulares. Na verdade não há debate algum. Há uma berraria e um medir de forças para ver quem no final sai vencedor. Isto não é minimamente didático nem ajuda absolutamente em nada as pessoas que não têm grande formação em filosofia e em filosofia moral a compreender o debate. Também não vou aqui explorar (falta de tempo, já disse, pois este problema exige bastante esforço de exposição e compreensão) todos os argumentos a favor e contra. Mas vou exibir um esquema que fiz, baseado no texto que deixo aqui neste link, que mostra que existem pelo menos 6 tipos distintos de eutanásia e que se partirmos para o debate (como acontece) sem fazer estas separações, acaba por ser uma conversa de surdos pois as pessoas no fundo estão a falar de coisas bastante distintas, apesar de aparentemente semelhantes. Claro que podemos ser contra todo e qualquer tipo de eutanásia. Ou a favor. Mas mesmo que a nossa posição seja essa (e quem conhece as separações dificilmente é contra todos os tipos ou a favor de todos os tipos), temos de partir para o debate com estas divisões bastante claras na nossa cabeça, pois elas envolvem juízos morais por vezes muito diversos. Espero deste modo dar um pequeno contributo para que o debate seja mais limpo e organizado. Até porque há tipos de eutanásia que já se praticam de algum modo. O texto do Link deve ser lido pois ajuda bastante e não é muito extenso. No FES, aqui neste link, tenho disponível uma pequena bibliografia que é bastante rica a debater posições por vezes bastante diversas, mas todas elas com algum aprofundamento.
(clicar na imagem para aumentar)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Começar o ano com sugestões

Chegamos aos anos 20. Saber se isso é ou não relevante é uma resposta que ainda vem longe. Mas nada melhor que construir os anos 20 com mais conhecimento e partilha. Para tal começo com uma referência de um blogue de ensino de colegas brasileiros e que tenho seguido desde há uns meses. A organização do espaço está entre um blogue e um site com aspeto bastante profissional. Chama-se Filosofia na Escola e além de discutir problemas filosóficos, são disponibilizados materiais de ensino e sugestões de aulas, assim como modelos e métodos de ensinar a pensar e ensinar filosofia. O site pode ser consultado AQUI
(Foto do site Filosofia na Escola)


Para arrancar o ano publiquei um texto no Pequenas Luzes sobre ciência, factos, conhecimento e pensamento mágico. Pode ser lido AQUI