quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Relativismo

Pensas que o relativismo moral implica a tolerância? Se sim, como construir o argumento sem cair no próprio relativismo? Se não, como podes defender a tolerância? Será que a tolerância necessita de um argumento não relativista?

http://criticanarede.com/html/relativismo.html

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Vantagens de estudar filosofia

Stephen Law, no seu blog, resume muito bem os resultados deste estudo, que vale a pena espreitar já que coloca a formação em filosofia como das mais completas que se pode oferecer nas universidades: http://stephenlaw.blogspot.com/2010/12/verbal-vs-mathematical-aptitude-in.html

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Tomás Magalhães fala de FpC

PRÉMIO DE ENSAIO FILOSÓFICO DA SPF

PRÉMIO DE ENSAIO FILOSÓFICO DA SPF
2010



Estão abertas as candidaturas para a edição de 2010 do Prémio de Ensaio Filosófico da SPF. Este prémio é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Filosofia, que conta com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e que tem como objectivo eleger o melhor ensaio, redigido em língua portuguesa e submetido anonimamente a concurso, sobre uma questão considerada relevante numa determinada área da investigação filosófica. Nesta edição, a área seleccionada é a Filosofia da Percepção e a questão proposta é a seguinte: Pode a percepção justificar as nossas crenças acerca da realidade? O prémio terá um valor de 3.500 euros e o ensaio vencedor será depois publicado na Revista Portuguesa de Filosofia. O regulamento pode ser consultado no sítio da Sociedade Portuguesa de Filosofia, em http://www.spfil.pt. As candidaturas poderão ser apresentadas até ao dia 31 de Dezembro de 2010.








terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Livros que não vou ler

Não compro todos os livros que gosto. A razão é que não há tempo para os ler a todos e temos de seguir algum critério. Este é um dos livros que folheei hoje numa livraria mas que não comprei nem devo comprar. E fica sempre um vazio quando saem livros como este e eu decido não os levar para casa. Mas fica aqui a sugestão. 

domingo, 28 de novembro de 2010

Filosofia para gestores

A revista Exame, uma revista de negócios para executivos traz na última edição um artigo de lições de filosofia para gestores. Vamos ver o que sai daí, já que é pouco habitual entre nós este tipo de associações.




REFLEXÃO SOBRE PROFISSÃO DOCENTE (SER PROFESSOR, HOJE) FUNCIONÁRIO OU PEDAGOGO?

Eis uma opinião que vale o que vale e encontrei aqui: 



Sou da opinião de que devemos encontrar tempos e espaços para reflexão conjunta, para que se faça o caminhos juntos em cooperação e não cada um para seu lado. Sou adepto da Cooperação (e do sporting) e adversário da Competição Profissional. Afnal de contastrabalhamos juntos e era bom que confrontássemos pontos de vista. Desse confronto nascerá alguma LUZ e mesmo que a Luz se apague, fica o conhecimento mútuo (entre pares) e o prazer da reflexão, que, no meu entender, é o nossso espaço de liberdade enquanto Professores de Filofofia.
Somos Professores, mas mais do que isso, Professores de FILOSOFIA. Se não for possível exercermos a nossa autonomia reflexiva (já nem digo opinativa ou valorativa), pelo menos poderemos falar uns com os outros.
Pena que já não haja tempo para falarmos sobre Filosofia, Padagogia… sobre os nossos alunos, as Didáticas, enfim essas coisas que são a essência da nossa Profissão. Sem issovamos morrendo aos poucos… será a morte profissional e identitária do Professor de Filosofia. Morte lenta!
Em vez disso discutimos … aliás, tomamos conhecimento das normas, do que há a fazer, repetimos procedimentos, funcionamos à pressão, sob pressão, à pressa, sem tempo para pensar as coisas essenciais e corresponder ao que faz falta: ser  pedagogo! Ficamos pelo acessáorio, que a função administrativa nos obriga.
Dar opinião (fundamentada) e manter o espírito Crítico eram privilégios do Professor DE FILOSOFIA. Privilégios herdados de uma Formação científica. Sem isso pouco temos que nos caracterize ou especifique. Sem isso seremos meros repetidores. Perdemos a alma! Sem anima somos como todos os outros e até poderemos ser meros funcionários públicos (que somos) e lecionar outra Ciência qualquer. Para além de funcionários somos Profissionais da inteligência (racionalidade) e da reflexão. Ajudamos os jovens a pensar por si. Se o deixarmos de fazer nós próprios, o que poderemos fazer? Aliás, o que andamos nós a fazer?
Ser crítico nós sabemos o que é. Sabemos que se trata de construir. Aliás, descontruir para depois construir. Construir a nossa subjetividade. A tal sujectividade… digo, intersubjectividade, que Kant nos ensinou. Assim se constroi o filosofar!
Sem isso, somos nada!
A minha Formação como Orientador de Estágio (durante 8 anos com a Católica e com a Fac de Letras), a Acreditação cmo Formador da Formação Contínua (desde 1997), a experiência como Professor/Facilitador de Aprendizagens e a Investigação de que faço parte na Faculdade de Ciências dea Educação de Lisboa (Grupo de Estudos sobre Ética e Deontologia Docente), entre outras experiências internacionais, ensinaram-me o que é essencial nesta Profissão e o que deve caracterizar o Professor: profissional autónomo, reflexivo, Crítico e gestor de pessoas.
Não queria abdicar disto!
Isto é que dizem as investigações!
Isto é o que nos caracteriza como Funcionários da Educação.
Se perdermos isto, perdemos a identidade profissonal!
Atenção! Estamos a morrer, salvo, profissionalmente.
E isto aplica-se a todos os Professores, em particular aos Professores de Filosofia.
Estou cansado
Desculpem o longo desabafo!
Luís Manuel 

Novo livro de João Carlos Silva


"Uma obra filosófica composta por 860 pensamentos, máximas,
aforismos e reflexões relativamente independentes entre si, cujas
dimensões oscilam entre uma linha e várias páginas, e cujo
conteúdo, como é patente no título, aspira à condição de um
conjunto de verdades tendencialmente universais e objectivas
sobre a natureza das coisas quando estas são encaradas do ponto
de vista da eternidade, isto é, quando se tem sobre elas uma visão
suficientemente liberta dos vários condicionamentos que nos
impedem ou dificultam vê-las tal como são, quer se trate do
Homem, da Vida, do Universo, de Deus ou do tempo presente."

A maioria das pessoas não tem qualquer interesse real em
conhecer a verdade das coisas (mesmo que digam ou finjam o
contrário), como se pode constatar facilmente a partir da forma
como pensam e vivem as suas vidas. A atitude natural mais comum
entre os seres humanos relativamente às questões fundamentais,
ou bem que consiste em assumir inconscientemente tê-las
resolvido a priori, ou então em acreditar comodamente que não
têm solução, sem qualquer necessidade de uma justificação
racional e objectiva para o efeito, como se a verdade fosse uma
questão de gosto, opinião ou preferência pessoal, ou como se se
tratasse de uma escolha subjectiva que cada um livremente
pudesse fazer à medida dos seus desejos, interesses e necessidades,
e não objecto de uma descoberta racional e objectiva que
todos devem fazer, se quiserem realmente saber a verdade. É por
isso que questões como a da existência de Deus ou do sentido da
vida ficam assim sujeitas ao capricho arbitrário da subjectividade
pessoal, das crenças e opiniões particulares, preferindo uns acreditar
que sim e outros que não, uns numa coisa e outros noutra,
muitas vezes pelas mesmíssimas razões, porque dá jeito e é preciso
acreditar em alguma coisa que nos dê certezas e a segurança
ilusória de que sabemos muito bem quem somos, donde vimos,
para onde vamos e o que fazemos aqui. É claro que isto pode
resolver o problema subjectivo de acreditar ou não naquilo que nos
convém, mas não resolve o problema objectivo de saber qual é a
afinal a verdade das coisas.

Autor: João Carlos Silva
Editora: Chiado Editora
Mês de lançamento: Janeiro

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Emprego em filosofia

Para quem ainda procura emprego em filosofia, no ensino secundário público, ainda há AQUI uma oferta. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Edição para breve

Autores incluídos: Peter Singer, Tom Regan, Carl Cohen, Jan Narveson, J. Baird Callicott, James Rachels, Jeff McMahan.