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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Ética na Escola Gonçalves Zarco

Falamos de ética, reflexão ética, cultura e valores. E também falamos da relação do pensamento crítico e da forma como podemos organizar um raciocínio moral. Oferecemos exemplos e contamos histórias para tentar mostrar como alguns argumentos funcionam. Agradeço aos colegas da Escola Gonçalves Zarco, Funchal e ao Dr. Rui Caetano, Presidente do Conselho Executivo por nos abrir as portas para este final de tarde. E agradeço a todos os professores presentes. A aluna Rufina Freitas, do 11º ano da Escola Jaime Moniz apresentou uma história com bons resultados. Obrigado também à Rufina por ter aceite o meu desafio, mesmo nesta altura de estudo intenso para os últimos testes e exames que se avizinham. Ficam as fotos de registo e o elenco das matérias. 





Parte I – teoria
1. O que é a ética?
2. As áreas da ética
3. Ética, argumentação e pensamento crítico
4. O que é que a ética pode ensinar aos professores?
Parte II – Aplicação prática
1. Viver com o erro
2. Pensar como um freak:
a. Steve jobs e «conecting dots»
b. José Mourinho e a confiança
c. O que é que Steve Jobs e o José Mourinho podem ensinar aos professores?
d. Crime e castigo: um exemplo prático.
Parte III – o eu e os outros
1. Pais e comunidade
2. Colegas
3. Alunos
4. Instituição, leis e regulamentos

sexta-feira, 13 de março de 2015

Filosofia da Música, dia 17

Na próxima terça-feira, 9 horas, estarei na Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, Biblioteca, com algumas turmas do secundário, para expor e abordar alguns dos principais problemas da filosofia da música.


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Formação em Pensamento Crítico na ilha da Madeira


Nos dias 4, 11 e 25 de Maio; 1 e 8 de Junho vou dar uma formação a professores e educadores de infância sobre pensamento crítico e argumentação. A organização é do SIPE – Madeira. Clicar na imagem para ver melhor. As inscrições decorrem até dia 21 de Abril. CLICAR AQUI PARA A INSCRIÇÃO.

Programa da Formação

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Dia da Filosofia, Escola Básica e Secundária de Machico

Aqui fica um pedaço da minha tarde na Escola Básica e Secundária de Machico. Foi bom pelos alunos, pela filosofia, pelos colegas que tiveram esta boa iniciativa e pela conversa e convívio com colegas de outra escola. Assim vale a pena ensinar filosofia!







Aula aberta de filosofia em Machico

Daqui a pouco estarei na Escola Básica e Secundária de Machico para mais uma aula aberta. Nesta aula vou debater com cerca de 40 alunos o problema de tentar saber o que é a verdade. Ver AQUI.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Filosofia na Prova Oral, com Fernando Alvim

Aires Almeida, professor de filosofia na Escola Gomes Teixeira, Portimão e autor de alguns livros de filosofia, bem como do manual A Arte de Pensar, foi ao programa da Antena 3, Prova Oral, apresentado por Fernando Alvim e Xana Alves. Vale a pena ouvir o programa AQUI, ou no site da Antena 3 (poadcast do dia 11), até porque é uma forma diferente de aprender filosofia. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Olimpíadas Nacionais de Filosofia

Vou reproduzir aqui integralmente o texto de apresentação da PROSOFOS retirado do site:

Portugal participou pela primeira vez nas Olimpíadas Internacionais de Filosofia em Viena, de 26 a 29 de Maio de 2011, a décima nona edição, uma competição disputada entre 30 países do mundo, tendo o aluno José Gusmão Rodrigues, da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, obtido a medalha de prata.A Olimpíada Internacional de Filosofia (IPO) é uma competição com periodicidade anual, em local itinerante, e é destinada a alunos do ensino secundário. A primeira edição deste evento ocorreu em 1993, na Bulgária, partindo de uma iniciativa do Departamento de Filosofia da Universidade de Sofia. A edição mais recente foi realizada em Viena, sob o tema “Power and Powerlessness of Philosophy”, contando com a participação de 30 países, da Europa, Ásia e América. Cada delegação nacional participou com 2 estudantes, num total de 66 alunos, com excepção do país sede, que pode inscrever até 10 alunos, e de Portugal e da Arménia, que participaram apenas com um aluno cada. A representar a delegação portuguesa estiveram o aluno José Gusmão Rodrigues, então aluno do 12.º ano da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho (frequentado já algumas cadeiras da licenciatura em Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), e Domingos Diogo Correia, professor do aluno na mesma escola, no ano letivo 2008/09.No que se refere às provas internacionais, cada aluno tem 4 horas para escrever um ensaio filosófico a partir de 4 tópicos que são fornecidos pelo Comité Científico, numa das quatro línguas oficiais da competição (Inglês, Alemão, Francês e Espanhol), com a condição de que cada aluno não realize a prova na sua língua materna. Os tópicos referem-se a diferentes áreas da filosofia e são desconhecidos até à abertura da competição. Posteriormente, as provas são avaliadas por um júri composto por 4 elementos, professores de filosofia das delegações nacionais, que atribuem uma classificação de 0 a 10 pontos; as provas cotadas com ou acima de 7 pontos passam à fase seguinte e serão classificadas por mais dois professores, individualmente. Na última fase, cabe ao Comité Científico, tendo em consideração as pontuações das provas nas etapas anteriores, atribuir as medalhas de ouro, de prata e de bronze, bem como as menções honrosas. No ano passado foi atribuída uma medalha de ouro, à Dinamarca, duas de prata, Portugal e Coreia do Sul, e três de bronze. O aluno José Gusmão Rodrigues elaborou o seu ensaio em inglês, tendo como tópico uma frase de Nelson Goodman: “A arte não é uma cópia do mundo real. Uma dessas malditas coisas já é suficiente” (Languages of Art, 1976). Os ensaios medalhados, no qual se inclui o aluno português, podem ser lidos na página:http://www.ipo2011.at/results/O processo de seleção nacional varia de país para país, sendo o mais comum organizar-se uma Olimpíada Nacional. Portugal nunca havia participado nesta iniciativa e a sua primeira participação deveu-se inteiramente à iniciativa do aluno, que convidou o seu professor, do 10.º ano, a apresentar uma candidatura ao comité científico, a qual foi aceite com a contrapartida de se dar continuidade ao projeto em Portugal. Nessa participação, a Associação Portuguesa de Filosofia Fenomenológica, na pessoa do Prof. Doutor Pedro Alves, já se havia disponibilizado para colaborar na iniciativa.Nasceu, assim, a vontade de realizar este projeto em Portugal. Para isso, um grupo de professores de Filosofia, na sua maioria da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, resolveu constituir a Associação Para a Promoção da Filosofia – PROSOFOS, com o principal objetivo de organizar uma competição nacional – projeto que apresenta ao público, pela primeira vez, no presente ano letivo.

sábado, 12 de novembro de 2011

Dia da filosofia

Por ocasião do dia da filosofia, estarei na Escola Secundária Francisco Franco, a convite do Grupo de filosofia dessa escola a quem agradeço para dar uma aula pública sobre a utilidade da filosofia no próximo dia 18, pelas 10h, na sala de sessões com presença marcada para as turmas de filosofia, em especial as do 10º ano. 

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Lógica em discussão

A Unidade I&D Lif - Linguagem, Interpretação e Filosofia (Universidade 
de Coimbra) vai promover um colóquio internacional subordinado ao tema:
O Lugar da Lógica e da Argumentação nos Programas de Filosofia do 
Ensino Secundário
Este decorrerá a 4 e 5 de Dezembro na Faculdade de Letras da 
Universidade de Coimbra:
Consulte o Programa:
http://www1.ci.uc.pt/lif/UserFiles/Image/prog_c.pdf
A Inscrição é gratuita e está disponível on-line:
http://www1.ci.uc.pt/lif/UserFiles/Image/ficha.pdf

Não aprecio de todo o programa, mas aprecio e muito a iniciativa. Creio até ser algo urgente a discussão do que se deve e como se deve ensinar na e com a lógica nos programas de filosofia do ensino secundário. E, já agora, deixo aqui a minha sugestão:

- Eliminar definitivamente a lógica aristotélica. Não faz qualquer sentido ensinar uma lógica que tem um âmbito de aplicação muito reduzido quando temos já disponível uma lógica com um âmbito de aplicação muito mais alargado e completa. A lógica aristotélica só tem interesse como história da lógica e não faz qualquer sentido ensiná-la no secundário.

- A lógica, enquanto ferramenta do pensamento crítico, deve ser ensinada no início do percurso e não a meio, pelo que me parece correcta a ideia de a introduzir logo no 10º ano e não no 11º ano.

- Os conteúdos principais a ensinar, seriam: distinção entre argumentos dedutivos e não dedutivos, validade, verdade, inspectores de circunstâncias, negação de proposições, argumentos sólidos e cogentes. Creio também ser necessário ensinar já nesta fase os testes de derivadas.