Exame
Nacional de Filosofia 2015 – 2ª fase
terça-feira, 21 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Livros Novos
Este mês saíram no mercado português duas traduções com
interesse.
Stewart Shapiro, Filosofia
da Matemática, Ed 70, Trad. Augusto J. Franco Oliveira
"Este
é um livro de filosofia, sobre matemática. Há, primeiro, questões de
metafísica: de que trata a matemática? Tem um conteúdo? Qual é esse conteúdo? O
que são números, conjuntos, pontos, linhas, funções, e por aí adiante? E depois
há questões semânticas: o que significam as proposições matemáticas? Qual a
natureza da verdade matemática? E de epistemologia: como se conhece a
matemática? Qual a sua metodologia? Está envolvida a observação, ou trata-se de
um exercício puramente mental? Como são adjudicadas as disputas entre
matemáticos? O que é uma demonstração? As demonstrações são absolutamente
certas, imunes à dúvida racional? O que é a lógica da matemática? Há verdades
matemáticas incognoscíveis?
O filósofo da matemática tem de dizer algo sobre a própria matemática, algo sobre o matemático humano, e algo sobre o mundo onde a matemática é aplicada. Uma tarefa de vulto."
O filósofo da matemática tem de dizer algo sobre a própria matemática, algo sobre o matemático humano, e algo sobre o mundo onde a matemática é aplicada. Uma tarefa de vulto."
Nigel
Warburton, Liberdade de
Expressão, Uma Breve Introdução, Gradiva, Trad. Vitor Guerreiro
Um
livro dezenas de vezes citado aqui no blogue.
"A
liberdade de expressão deve ter limites ou, pelo contrário, ser total? Este é
um livro essencial de análise dessa questão.
Acessível. Actual. Interessante. Esta obra analisa os principais argumentos a favor e contra o direito a manter a liberdade de expressão. «Desprezo o que dizes mas defenderei até à morte o teu direito a dizê-lo.» A afirmação, atribuída a Voltaire, é frequentemente citada pelos defensores da liberdade de expressão. Porém, é difícil encontrar alguém preparado para defender toda a expressão em qualquer circunstância.
Num contexto em que cada vez mais o cidadão comum tem à sua disposição veículos de transmissão de opinião e de acesso à informação, este é um tema desafiante. Até onde pode ir a liberdade de expressão? Como se define? Será independente do contexto? O livro analisa temas que vão do Holocausto à pornografia. Apresentando argumentos filosóficos e casos de estudo actuais, combina áreas tradicionais de debate com novas áreas ou novos desafios à liberdade de expressão, decorrentes, por exemplo, da tecnologia digital e da internet.
A liberdade de expressão é considerada um direito fundamental, estando no coração da democracia e sendo a sua protecção vista como marca das sociedades civilizadas. Mas o tema nada tem de simples.
O autor analisa nesta obra importantes questões que a sociedade moderna enfrenta sobre o valor e os limites à liberdade de expressão. Onde deve ser desenhada a linha? O que veio a Internet mudar?
Este pequeno, mas entusiasmante livro, que às vezes assume um tom às vezes provocador, destina-se a um público vasto, onde se inserem leitores generalistas, mas também estudantes e professores, de filosofia e não só."
Acessível. Actual. Interessante. Esta obra analisa os principais argumentos a favor e contra o direito a manter a liberdade de expressão. «Desprezo o que dizes mas defenderei até à morte o teu direito a dizê-lo.» A afirmação, atribuída a Voltaire, é frequentemente citada pelos defensores da liberdade de expressão. Porém, é difícil encontrar alguém preparado para defender toda a expressão em qualquer circunstância.
Num contexto em que cada vez mais o cidadão comum tem à sua disposição veículos de transmissão de opinião e de acesso à informação, este é um tema desafiante. Até onde pode ir a liberdade de expressão? Como se define? Será independente do contexto? O livro analisa temas que vão do Holocausto à pornografia. Apresentando argumentos filosóficos e casos de estudo actuais, combina áreas tradicionais de debate com novas áreas ou novos desafios à liberdade de expressão, decorrentes, por exemplo, da tecnologia digital e da internet.
A liberdade de expressão é considerada um direito fundamental, estando no coração da democracia e sendo a sua protecção vista como marca das sociedades civilizadas. Mas o tema nada tem de simples.
O autor analisa nesta obra importantes questões que a sociedade moderna enfrenta sobre o valor e os limites à liberdade de expressão. Onde deve ser desenhada a linha? O que veio a Internet mudar?
Este pequeno, mas entusiasmante livro, que às vezes assume um tom às vezes provocador, destina-se a um público vasto, onde se inserem leitores generalistas, mas também estudantes e professores, de filosofia e não só."
Ambos os textos de sinopse são retirados dos sites das editoras.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Exame Nacional de Filosofia 2015
Exame
Nacional de Filosofia 2015
Uma nota para os meus alunos do 10º ano: podem tirar o exame e reparem como estão preparados para responder às questões das matérias referentes ao 10º ano. Não tenho uma bola mágica em casa para adivinhar, mas a última questão (em opção com a filosofia da arte) sobre a filosofia da religião é praticamente igual à questão de desenvolvimento que saiu no último teste que fizemos. Podem começar a praticar para o ano.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
10º 31, 33, 41, 43 e 20. Obrigado e boas férias a todos, miúdos e miúdas.
Mais um ano letivo termina e como tem sido hábito neste
blogue faço publicação da foto de cada uma das turmas que comigo trabalharam e
se iniciaram no estudo da filosofia. Foram praticamente 9 meses de trabalho. Os
filósofos gregos chamaram “maiêutica” a este processo de fazer parir ideias a
partir da arte do diálogo e das técnicas da argumentação. E nem de propósito foram
9 meses, exatamente o tempo de gestação para um ser humano até ao nascimento.
Espero que a vossa curiosidade tenha despertado com a ajuda da filosofia. Foi um
gosto enorme ter a vossa companhia. E obrigado, pois neste trabalho de
partilhar o conhecimento e educar, Gratidão é a palavra mais certa. Vou acrescentando fotos de todas as turmas até
ao final da semana.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Ética com razões em debate
O
livro "Ética com Razões", de Pedro Galvão, esteve em debate com a
presença do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada. Foram debatidos os
principais problemas abordados no livro: aborto, eutanásia e direitos dos
animais.
Aqui pode-se ver sobre o problema das touradas:
Pedro Galvão é professor de ética na Faculdade de Filosofia da Universidade de Lisboa e autor de vários livros, além de tradutor de muitos outros.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Ferramentas para exame de filosofia 2015
A primeira tarefa é ler as informações
para exame (clicar para aceder), principalmente os conteúdos que são testados
(páginas 2 a 7) e as competências correspondentes (páginas 1 e 2).
Em cada um dos anos a que se refere este exame existem conteúdos
de opção. Assim, no 10º ano, estudam somente ou a dimensão dos valores
religiosos ou estéticos. E no 11º ano ano, estudam ou a lógica Aristotélica ou
a proposicional. Estas matérias aparecem sempre no exame como opção, pelo que não
vale a pena estudar exaustivamente as duas.
A maioria dos manuais de filosofia oferece aos estudantes
resumos das matérias de ambos os anos e muitas escolas têm já a prática de
disponibilizar apoios para exames. A melhor estratégia é aproveitar esses
apoios principalmente para dúvidas de matérias que não ficaram bem aprendidas.
Finalmente convém ficar familiarizado com o exame de
filosofia. O IAVE (instituto tutelado pelo Ministério da Educação e responsável
pelas provas de exame) disponibiliza vários exames (clicar aqui).
Para se obter boa classificação a fórmula não tem segredos:
estudar e uma boa dose de motivação e confiança.
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Compêndio em linha de Problemas de Filosofia Analítica
O Compêndio Em Linha de Problemas de Filosofia Analítica é um volume, em língua portuguesa e de acesso inteiramente livre, que consiste em ensaios especializados sobre questões e problemas pertencentes a um conjunto de áreas nucleares da Filosofia Analítica contemporânea. Num primeiro momento, a ênfase é colocada em áreas que tratam da natureza da linguagem, mente e cognição. O volume está organizado em torno de três grandes domínios:
- Lógica e Linguagem, incluindo a Filosofia da Linguagem, a Lógica Filosófica, a Filosofia da Matemática, etc.
- Mente e Cognição, incluindo a Epistemologia, a Filosofia da Mente, os Fundamentos da Ciência Cognitiva, etc.
- Metafísica, incluindo a Ontologia, a Filosofia da Ciência, etc
Os artigos do Compêndio em Linha são ensaios de estado da arte sobre tópicos salientes na reflexão e investigação filosófica actuais. Tipicamente, cada artigo formula e caracteriza um tópico segundo o estado corrente da sua discussão, introduz as concepções principais e os argumentos associados acerca do tópico e examina criticamente os prós e os contras de cada uma dessas concepções e argumentos.
O volume é uma colecção do Repositório da ULisboa: http://repositorio.ul.pt/handle/10451/15845
Novo site AQUI
Aristóteles em português
Um grupo de estudiosos da obra de
Aristóteles tem traduzido e disponibilizado para o português, com traduções de
qualidade, um conjunto muito interessante das suas obras. Este é mais um volume
que apresentamos. As traduções são coordenadas por António Pedro Mesquista,
professor de filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. As
traduções entretanto lançadas podem ser descarregadas no site dedicado ao
projeto, AQUI.
sábado, 9 de maio de 2015
Medo do conhecimento
O relativismo pós moderno invadiu a cultura e os
departamentos universitários. A ideia base (grosso modo) consiste em presumir
que qualquer ideia é verdadeira, dependendo dos contextos racionais nos quais
ela se possa inscrever. Curiosamente a filosofia, pelo menos aquela que se tem
praticado nos meios anglo-saxónicos e a que mais desenvolvimento filosófico tem
proporcionado nas últimas décadas (por muito que isto desagrade aos mais
conservadores), a filosofia analítica, tem resistido a esta investida
relativista. É este debate que, de forma clara, este livro nos traz. Uma leitura
que tem tanto de interessante como de relevante. Tem também a vantagem de
explicar que o relativismo não é o que muitas vezes se fala, pelo menos o relativismo
epistemológico.
Desengane-se quem pensar que vai encontrar neste livro um
ataque pessoal a quem é relativista ou não pensa o mesmo que o autor do texto,
como muitas vezes tem acontecido nas redes sociais e blogosfera. Trata-se de um
texto adulto e maduro, como todos os bons textos, onde o interesse é discutir
ideias e não perfis pessoais dos seus autores. O autor agradece cuidadosamente
a quem, como Rorty, foi capaz de despertar o interesse para a discussão de
alguns argumentos. Numa discussão com interesse intelectual é perfeitamente
natural que se aprecie o argumento X sem, com efeito, ter de concordar com a
conclusão. Alguém pode discordar das conclusões dos argumentos de Plantinga ou
Swinburne (também
com um livro incluído nesta coleção) sem, no entanto, deixar de apreciar a
sofisticação dos seus argumentos. Logo, quem espera deste livro um “dizer mal
de x”, mais vale procurar informação em outros livros que não este. Aqui apresenta-se
uma boa discussão, concorde-se ou não com as conclusões.
Mais informações AQUI. A edição é de Abril de 2015.
Boa leitura
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Top Universitário e filosofia
Aires Almeida, professor de filosofia do ensino secundário e
autor de vários livros e manuais de filosofia, fez aqui um útil levantamento de
síntese do ranking de todas as
universidades do mundo. Deixo aqui os links para consulta:
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