quinta-feira, 28 de março de 2013

Andamos em obras


O FES tem sofrido ligeiras alterações. Não faço intenções de alterar significativamente o layout, a menos que surja por aí uma tecnologia vibrante, pelo menos mais vibrante que a actual do blogger. Para já inclui algumas abas com temas como a apresentação do autor, livros que destaco e links úteis. Uma das linhas de orientação para o blog é torna-lo o mais simples possível, pelo que não posso abusar dos links. Enquanto mais ligações menos concentrada será a navegação e o objectivo é que o leitor navegue, mas aprenda filosofia navegando.
Uma das maiores inovações recentes é a sincronização de serviços. Por essa razão inclui um pequeno ícone para o leitor de notas, disponível para Ipad, Ipod e Android, Catch. Também pode ser usado do desktop. Á medida que for encontrando outros vou incluindo, tal como Evernote, Instapaper, Pulse, Flipboard, entre outros.
Para já optei por não criar página de facebook do Blogue, pois mais não seria que a repetição do mesmo. Tal não significa que não venha a tomar essa opção no futuro

terça-feira, 26 de março de 2013

Que ensino se ensina em Portugal?


Recentemente conheci parte do trabalho de Adonai Sant`Anna. Professor Associado do Departamento de Matemática da UFPR (Universidade Federal do Paraná). Autor de dois livros sobre lógica publicados no Brasil, e de dezenas de artigos publicados em periódicos especializados de matemática, física e filosofia, no Brasil e no exterior. Actualmente está trabalhando em dois projectos cinematográficos, sendo que um deles visa uma crítica inédita às universidades federais brasileiras. 
A convite do autor redigi um primeiro texto de uma série que espero continuar sobre o ensino em Portugal. Pode ser lido AQUI

sábado, 23 de março de 2013

Estudar para o teste intermédio de Filosofia


Acabou de sair mais um volume de preparação para o exame intermédio, pela PlátanoEditora. Um material de estudo da autoria de Álvaro Nunes à venda nas livrarias e nos hipermercados. 

sexta-feira, 22 de março de 2013

50 Lições de Filosofia


O 50 Lições de Filosofia é o sucessor do manual para o ensino secundário, A Arte de Pensar. O Arte de Pensar é, na minha opinião, a primeira grande mudança operada nas últimas gerações de ensino da filosofia no ensino público português. Mudou a visão de centenas de professores e alunos do que é e como se faz filosofia. Mas também, como todas as boas e grandes mudanças, causou muitos choques e arrepios. Ainda hoje o manual é motivo de acusações várias e rotulagens desadequadas. E suscita muitas resistências, principalmente dos professores que recusam abandonar formas mais tradicionais de ensinar filosofia em países como Portugal, onde praticamente não se faz filosofia de nível mundial. Foi também por via de um manual escrito a pensar nos alunos adolescentes que muitos professores – entre os quais me incluo – viraram uma importante página no modo como ensinam e abordam a filosofia. E todos aqueles que adoptaram os métodos sugeridos pelo manual são hoje, certamente, professores mais felizes e confortáveis com a sua própria disciplina.

Uma das particularidades do Arte de Pensar foi a de juntar uma verdadeira comunidade de professores com renovado interesse em ensinar filosofia. Para tal foram sempre criadas condições para que tal acontecesse, a um nível nunca alcançado pelos seus congéneres. Desde fóruns, discussões em sites, blogs, etc., há toda uma quase infinita informação espalhada on-line sobre o manual. Desta vez, começa-se por um blog.

Este ano regressamos às adopções. E o Arte de Pensar aparece de cara nova, completamente remodelado, numa boa atitude de crescimento e aprendizagem, com os devidos updates. 

quarta-feira, 20 de março de 2013

A arte da Ana Bárbara


A minha aluna do 10º 14, Ana Bárbara tem um trabalho muito bom de fotografia que vale a pena ver, pois é digno de nota para uma jovem da sua idade. Ver AQUI.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Experiências mentais em filosofia

No domínio da ciência recorremos com frequência a ferramentas que permitem testar hipóteses, ainda que em muitos domínios da ciência tal não seja de todo possível. O caso recente da experiência com o bosão de Higgs é exemplo do que aqui refiro. E em filosofia? LER MAIS

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Dia da Filosofia, Escola Básica e Secundária de Machico

Aqui fica um pedaço da minha tarde na Escola Básica e Secundária de Machico. Foi bom pelos alunos, pela filosofia, pelos colegas que tiveram esta boa iniciativa e pela conversa e convívio com colegas de outra escola. Assim vale a pena ensinar filosofia!







Aula aberta de filosofia em Machico

Daqui a pouco estarei na Escola Básica e Secundária de Machico para mais uma aula aberta. Nesta aula vou debater com cerca de 40 alunos o problema de tentar saber o que é a verdade. Ver AQUI.

Por que razão havemos de ser morais? Textos


(O filósofo Peter Singer)

Para aprofundar o problema de saber se temos boas razões para agir moralmente, vale a pena ler como complemento os seguintes textos:


Há mais textos disponíveis para este problema. Consultar AQUI (Capítulo8).

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Porque é que a filosofia é tão íntima da ciência?


Alguns alunos meus pensam que a ciência é muito distinta da filosofia. Eu não penso assim. Na verdade durante a maioria da história da ciência não existia qualquer distinção. Newton chamou aos seus escritos Filosofia Natural. E era assim que a ciência era conhecida. O erro de alguns alunos consiste em pensar que na filosofia todas as questões são inconclusivas. E isso não é inteiramente verdade. Acontece que os métodos de conclusão em filosofia exigem procedimentos diferentes dos da ciência. Em ciência exploramos a realidade directamente para compreender melhor. Em filosofia exploramos as razões, os raciocínios ou argumentos. Estes são a realidade a explorar para os filósofos. Com um pouco de paciência vale a pena ver o vídeo deste post de Brian Green, um físico teórico famoso, com alguns livros traduzidos entre nós. Digo um pouco de paciência pois Green fala em teorias complexas, como a das cordas. Mas vale sobretudo a pena porque nele compreendemos que só vale a pena fazer perguntas quando não temos ainda resposta para elas e, acima de tudo, que no coração da ciência, tal como no da filosofia, habitam mais perguntas que respostas. Sem confundir as partes, não há filosofia sem ciência, nem ciência sem filosofia.